Série Crônicas




Aninha no país encantado

por Allan Garrido 

Era uma vez uma linda menininha que morava num país encantado, lá havia doçura por todo lado, a casinha feita de chocolate, as portas de um doce gostosinho, as nuvens no céu de algodão doce e seu coração brilhava mais que o sol feito dum lindo caramelo.
Ela era amiguinha de Roy e John dois castores espertinhos , gênios na matemática, serelepes eles ficavam quando estava perto de Ana. Ela, hoje, acordou com muita sede e logo foi ao riacho de águas limpíssimas se refrescar, olhando para a borboleta cor anil perguntou:
- Linda borboleta como podes ser tão bela assim?
E a Borboleta respondeu:
- Por que sou livre e tenho a liberdade almejada, doce e sagrada escolhida pra ser feliz sou filha  da natureza de nome e raiz..
Maravilhada Aninha respondeu:
- Ah!!! Que bonitinha , queria eu mergulhar na tua liberdade  mas estou com medo do meu papai e da minha mamãe brigam tanto comigo, não me deixam fazer nada......
Os dois castores interrompem:
- um mais dois igual à três, dois mais dois igual à quatro, cinco mais cinco igual à dez...
Aninha interrompe:
- Meus amiguinhos isso é hora de calcular o que fazem?
Os dois castores ligeiramente respondem:
- Doce amiguinha a matemática é essencial na vida, veja um exemplo:
- Você e seus pais estão brigados, portanto estão divididos não é?
- Estão subtraindo à aproximação e somando cada vez mais a distância não é?
Aninha interrompe e diz:
- Poxa como não tinha pensando nisso.... é verdade ...tens razão
Os Castores continuam:
- Então leve essa matemática pra eles a matemática do amor, diga que não se pode  subtrair um amor, não se pode  equacionar uma dor sem perdoar, não se pode fracionar o amor tem que ser por igual e para todos os filhos e é somando e multiplicando que aumentamos  o resultado de carinho obtido.
Aninha  sorri e cala-se pensando no que foi dito e conclui:
- Devemos  amar todos sem distinção e diferença , irmãozinho, irmãnzinha todos igualmente
E assim mais um dia se encerra na doce terra encantada de Ana....
Moral da História: O amor é divino e deve ser  distribuido por igual entre seus filhos.  Nem mais nem menos,  nessa matemática a igualdade sempre será o resultado final.

Comentários