DIVINO


Divino
Poeta Allan Garrido


Divino peito que se enche

De paz e prosperidade

Num leve sopro de felicidade

A eclusa e as comportas se abriram


Na vazão a razão estreita de pensamento

As linhas sinuosas e complexas

Indicam o caminho a seguir

Um belo e novo porvir


A aurora agradece encantada

A noite se veste da luz da lua

Iluminada pelo amor que tudo suporta

Parece mais um feitiço de fada


O céu e a terra num consenso

Levando o ar ruim e tenso

Dando as mãos num entendimento

Chove estrelas e o chão aceso


O farol iluminando o mar

Norteando o caminho do navio

Destinado ao novo tempo

O sentimento sublime do amar


Ah! nobre sentir que nos conduz

Feito vela, ouro e tudo que reluz

Estreitando os laços é o que se pede

A flor desabrocha e abre

É a vida que se segue


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