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Mostrando postagens de Março, 2011

Esplendorosa

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Esplendorosa (Poeta Allan Garrido) 
Esplendorosa divina chama Essa que queima no meu peito Esplendorosa arde e me ama Esquenta rola e me tira do leito
Esplendoroso ardor que me invade A douda sina desse poeta que declama Amar assim nunca terá idade No teu olhar perdido inflama
Esplendorosa é ver a luz do teu olhar É sentir que o dia nunca irá terminar É ver nos versos o escapar da minh’alma É saber que em teus braços tudo se acalma
É o presente solícito de dois corações O entregar do bico do passarinho a sugar a flor É o dom mais divino sublime amor Éa nota perdida que se encontra nas canções
É o vale secreto onde reservei pra nós dois Lá onde tudo que se toca reluz O resto deixamos pra depois Meu bem é o grande amor que nos conduz

Programa Pura Poesia na Web Rádio Sol

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Um Dia.....

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Um dia......

Um dia assim como a imensidão
Do vasto universo com suas estrelas
Com a lua escrevi meu mais puro verso
Revirei meus sentimentos ao inverso

Que saudades dos nossos planos
Do jeito lindo o qual arquitetávamos
O final e o sentido era sempre o mesmo
Casávamos e por fim amávamos

Hoje ao segurar as pétalas de uma flor
De saudoso que estava sem ter o teu amor
Fui regar a mais bela plantação
E hoje vim aqui e te pedi perdão

Poeta Allan Garrido

Café às Cinco

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Quero que me traga o café
Às cinco horas por gentileza
Mas quero que ali na mesa
Venha me acompanhar
Pé ante pé
Quero entregar o que demais precioso tenho
A pétala de rosa enficada e que quero que vejas
A bela flor que se abre e floresce
A bela poesia nas letras que aqui ensejas
No belo bolinho da tarde o cheiro descomunal
Na troca de olhares percebas, não é banal
O amor que sempre corre primavera dentro
Por favor me traga mais café e bolinhos de chuva
É um romance perto do ideal
Por que a perfeição tormenta e estraga
É sabido que as coisas tem que ser no ponto
Favor, garçom traga-me também o afago
E o respingo da chuva que o bolinho houvera deixado
Ah... saudades do amor, saudades, que saudades
Vem aqui sente-se ao meu lado
Traga-me um café?

Poeta Allan Garrido

O Vento....

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O Vento...

O vento sopra na intensidade
Ritimado pelos batimentos acelerados
E vem querendo estar ao teu lado
O sentimento mais belo e limpo
Que não definha nem mesmo com a idade

Entrego todo meu coração e nele registro
O teu nome esta nele cravado
Por mais que o vento tente levar, insisto
As flores sabem o quanto tenho te amado

Não se acaba assim uma linda história
Polvilhada de amor e glória
A senda e o caminhar da minha alma
Acompanha impávida e chora

Onde és que foste esconder
Em qual canto houvera derramado
A porção de sonhos tão desejados
Em qual veia teu amor se perdeu
Por que você não está mais aqui ao meu lado?

Poeta Allan Garrido

Segredos...

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Segredos

E de suas mãos tenras e macias
Desceu a mais linda pérola
A enfeitar meu coração apaixonado
Que bate e pulsa, acelerado
A espera de algo que há tempos não acontecia

A entrega do seu peito junto ao meu
O laço perfeito fechando um ciclo de amor
A entrega bendita do teu mais sublime sentimento
Estar em êxtase e aos poucos sentir o perfume da flor

Na região onde tudo isso pulsa e conflita
O bálsamo que tudo lava e escorre
O sabor de uma verdadeira paixão infinita
Que pinta e borda em minah vida colore

Segredos guardados à sete chaves
No cofre escondido do meu coração
É lá que junto com teu amor abençoado
Joguei as chaves e guardei o perdão

Poeta Allan Garrido

Poesia trecho - Sons de Outono

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Trecho de Sons de Outono
"O tempo poderia parar
Naquele instante....
Apenas o afago e a sensação
de levitar tomava conta do meu ser
Nem o tic-tac,nem o anoitecer
nem mesmo as coisas se movendo
tiravam a atenção daquele beijo
e daquele olhar........
O céu havia se aberto e de lá
desceram vários anjos e me ergueram
depois eu acordei........
foi exatamente o espaço em que durou
a entrega dos nossos lábios
na mais compromissada forma de amor..."

Poeta Allan Garrido

Série - O ALQUIMISTA - Parte 01

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O ALQUIMISTA

por Allan Garrido 

Sadlands séc X era de agito, a curiosidade à espreita, um raro e velho sábio inventara uma poção chamada Fragance. Altos comissários foram enviados para saber o que se passava com aquela fragância que deixava as mulheres loucas......até mesmo a parte de enorme ciência do reino de Sadlands queria entender qual magia rondava o frasco pequeno mas de enorme capacidade atrativa. A rainha Margareth de cunho próprio decidiu mandar sua investigadora particular, uma bela e sensual mulher, loira, alta de corpo esguio avolumado quadril deixava os homens do reino loucos, e era , segundo a rainha, a mulher mais difícil de se conquistar. Na cabeça dela se a mesma fosse conquistada era por que a poção realmente funcionara. E segue Penélope, em trajes bem familiares, escondendo sua verdadeira vocação, erótica, e no centro adquire um frasco da poção Fragance. Voltando ao reino , Penélope a invés de entregar essa poção à rainha decide dizer que não achou o velho , cujo o q…